A Justiça determinou a exclusão do nome do cantor Leonardo do Cadastro de Empregadores que submetem trabalhadores a condições análogas à escravidão, a “lista suja” do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A inclusão do nome ocorreu após uma fiscalização em sua fazenda Lacanca, em Jussara, Goiás. A decisão obriga a União a cumprir a exclusão até 20 de novembro de 2024. A medida permanece válida até o trânsito em julgado do processo.
Leonardo, ao tomar conhecimento da situação, explicou que arrendou a fazenda para o plantio de soja e milho. No entanto, ele afirmou não conhecer os trabalhadores presentes no local. O cantor disse que foi surpreendido com uma visita do Ministério Público do Trabalho (MPT) e que recebeu uma multa pelas irregularidades encontradas. Leonardo ressaltou que não tem participação direta na gestão da fazenda e não teve contato com os empregados envolvidos.
Em sua defesa pública, Leonardo expressou tristeza e surpresa ao ver seu nome associado ao caso. O cantor reafirmou que jamais compactuaria com práticas de trabalho análogas à escravidão e destacou sua trajetória de idoneidade. Ele explicou que já pagou a multa aplicada e acredita que houve um equívoco quanto à sua responsabilidade no caso.
